
terça-feira, 23 de outubro de 2007
And the Colours Start Changing...

3 dias de trabalho, uma musica melódica e uma viagem a Barcelona pelo meio...
Ok, já fiz umas quantas visitas domiciliárias às escolas. Devo dizer-vos que estava um pouco nervosa, e mais grave que as alterações no sistema nervoso foi mesmo o atropelo vocabular que me assaltou nos primeiros dias. Falta de organização - dizem uns; Nervosismo, é normal!!! - dizem outros. Só sei que tal facto até me ajudou na medida em que os professores se viram inundados de sentimentos humanistas e "quasi" fizeram o trabalho por mim.
Não imaginam o que é irem a um sitio que está sedento de novidade, que quer porque quer à força inovar, trabalhar, educar! Foi muito bom nesse sentido, ver que as pessoas estão realmente interessadas e que acreditam que é possivel educar através da Arte. Ao contrário de muitos outros que catalogam este como um processo falhado e por isso não dão o devido apoio e orientação.
Uma outra situação que não posso deixar de referir, esta é mesmo muito engraçada, foi a velocidade com que os professores me viram como "ombro-amigo" e até mesmo como jornalista de uma edição clandestina. Foi do género: 3,2,1 e toca a dizer mal do sistema! Critica para aqui, confissão para ali e ainda queixas para um outro lado que geralmente nao é incluido nesta lenga-lenga.
Ufa! Pausa para respirar...
Reunida a informação vou tempo de fazer os relatórios, sim porque há que informar a administração do que foi dito e feito...
E agora?
To be continued
terça-feira, 9 de outubro de 2007
Olha o Bacalhau!!!
Libertem o bacalhau...
Caixa de Memória
Figueirenses na Pesca do Bacalhau
A Campanha do Argus, de Alan Villiers
De 4 de Outubro a 31 de Dezembro
De importância fundamental para o desenvolvimento económico da Figueira da Foz, a pesca do bacalhau à linha com dóris de um só homem, deu origem a uma triologia documental (filme, livro e álbum de fotografias) produzida por Alan Villiers.
Conhecido repórter da National Geographic Magazine, que em 1950 embarcou no lugre Argus, vivendo e anotando todos os detalhes da campanha nos mares frios da Terra Nova e Gronelândia.
Com o intuito de marcar na memória e recordação de todos, os rostos e os nomes dos naturais da Figueira da Foz, o CAE em parceria com o Museu Marítimo de Ílhavo, apresenta a exposição “Caixa da Memória”.
Por se tratar da história do Concelho e da vida de muitos figueirenses, o Serviço Educativo do CAE propõe-lhe a organização de visitas guiadas à exposição Memórias da Grande Pesca – Caixa da Memória.
Pelo interesse pedagógico evidente, que se operacionalisa no despertar de uma consciência histórica para os múltiplos significados de um património marítimo único, parece-nos de todo pertinente que os alunos de disciplinas tão divergentes como História, Geografia e até Educação Cívica.
A Campanha do Argus vai permitir ainda a realização de um exercício de análise critica à relação interessada do Estado Novo e do seu “aparelho de propaganda com o drama épico da pesca do bacalhau” (Álvaro Garrido, Director do MMI).
Numa terra com ligações tão profundas ao mar (entenda-se, não apenas geográficas) como é o caso da Figueira da Foz, interessa não perder esse vinculo e celebrar uma relação intemporal e que tantos benefícios tem trazido para os seus habitantes. O Dia Nacional do Mar comemora-se a 16 de Novembro, parece ser um óptimo pretexto para que os alunos das Escolas locais possam participar em mais uma iniciativa, organizada pelo CAE, que pretende acima de tudo valorizar os costumes e tradições da Figueira da Foz.
Marcações:
Telefone: 233 407 200
E-mail: se.cae@figueiraturismo.com
Sala: EXPOSIÇÕES (Centro de Artes e Espectáculos – Figueira da Foz)
Tá bonitinho não está? Sim... Eu ando a fazer promoção de uma exposição sobre bacalhau! E depois? Aqui é sinónimo de cultura. Está bem engraçada a exposição, sim senhor. Se tiverem um tempinho passem por cá. Eu faço uma visita guiada...
Beijos e abraços
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
Agarra que é ladrão
Não é permanente mas é cansaço. Sabe bem, gostei...
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
Take 1

http://www.cae.pt/, passem por lá! Pelo site e pelo centro... Gostei desta imagem-reflexo e enquandra-se perfeitamente no meu dia de hoje, isto porque tive o previlégio de conhecer os bastidores de uma casa de espectáculos. Passear, sorrir e dizer "Olá, boa tarde! Eu sou a Bárbara, a nova estágiária do serviço educativo" foi o plano de tarefas da tarde. Como vêm, um trabalho muito exaustivo fisicamente e psicologicamente saturante. Ok, amanhã já é a sério, acordar às 8h para apanhar o comboio das 9h12 e picar o ponto às 10h30. Vai custar, eu sei, mas quem me mandou ser irreverente e não ficar em Coimbra a fazer uma coisa que já 376 pessoas do meu curso fizeram? Seria muito mais desafiante, nem que fosse pela falta de gosto e motivação implicitas. Fica a imagem e as palavras... Dia produtivo, pelo menos no mundo dos blogs, imaginem o que será quando o trabalho fizer fila à porta do quarto e os neurónios organizarem uma manifestação por falta de pagamento...
Hoje é o primeiro dia do resto da tua vida...
Assim que entrei no taxi e disse que queira ir até ao Cae ouvir logo a piada do "Se Cae, levanta-se"... Já viram como o Zé é engraçado? Nada de inovador, até já eu me tinha lembrado dessa piada. Enfim...
(Para quem não sabe, 1,2,3 Macaquinho do Chinês é o nome do meu outro Blog)
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Era boa a intenção...
Logo agora... Com o patrocínio destas dores horrorosas (sim, horrorosas porque não se vêem, e quando não vemos o que nos provoca a dor é geralmente mais assustador. Não se esqueçam que, por exemplo, o medo vem sempre por trás)(risos, muitos risos).
Entretanto perdi-me no meu proprio novelo de lã enrolado por dentro (expressão muito pessoriana...), Ah! "Com o patrocínio destas dores horrorosas" decidi não ficar parada e começar o estagio, em casa. Colada ao computador vai ser a melhor forma que podem encontar para me desvrever, só até me livar das tais "dores horrorosas", claro! E até este momento tem banda sonora propria, hum..., deixem lá ver... Acho que vou ouvir a Mayra Andrade, a nova promessa da musica de Cabo Verde, a precisar de boas energias, nada melhor que ouvir a inocencia... Navega, um album de 2007 e uma optima sugestão para viajar, parado ou a andar.
P.S.: Desculpem lá a mania das rimas, mas não consigo fugir a elas.
